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Contextualizando dores orofaciais relacionadas às disfunções temporomandibulares/ miofasciais

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A crescente procura por atendimentos para diagnóstico e tratamento das disfunções temporomandibulares faz com que a experiência clínica relacionada ao exame clínico elucide dois tipos de pacientes quando das características diagnósticas que devem ser separadas das etiológicas:

1- Artralgia Dominante: quando as manobras clínicas inferem uma dor de origem articular com seus padrões de irradiação à musculatura cérvico facial (dor referida secundária).

2- Mialgia Dominante: quando as manobras clínicas referem dor de origem primária em músculos mastigatórios e /ou associados a região cervical/ torácica ou lombar com hipertrofias musculares clínica ou imagiologicamente diagnosticadas que podem atingir qualquer músculo do corpo.

Com relação às características estruturais a busca por consequências e ou instabilidades/ anátomo estruturais que possam ser a causa fundamental das alterações álgicas apresentadas pelos pacientes deve sempre estar em mente sendo assim a imaginologia através da ressonância magnética da atm e dos músculos relacionados o exame mais indicado. Neste ponto, um dos mais controversos, quais as alterações internas nas Articulações Temporomandibulares que realmente causam dor?

É de consenso biológico geral que o sintoma de dor e seu desenvolvimento pode estar associado a falta de adaptabilidade de determinadas estruturas a funções consideradas excessivas/demasiadas a elas, considerando-se claro a característica multifatorial da dor com sua predisposição e modelos de regulação individual inerentes.

Tratamentos conservadores devem ser considerados como adaptadores/ organizadores das estruturas biológicas buscando o equilíbrio do sistema ósteo articular muscular fazendo com que as biologias estruturais possam ser readequadas as suas propriedades estruturais consistentes retornando a sua função. Este processo depende de características intrínsecas de reparo dos tecidos e ou estruturas envolvidas juntamente com o tempo. Sendo assim a tentativa de re equilíbrio não deve ser por um longo tempo uma vez que alguns danos estruturais considerados irreparáveis naturalmente e a demora em restabelecer tais danos levaria a irreversibilidade de algumas alterações.

E agora interfeir cirurgicamente é a saída?

O livros texto descrevem a história natural das disfunções das articulações temporomandibulares e como mesmo ouvimos de grandes expoentes internacionais que de uma maneira geral as dores intra articulares tendem a se resolver com o passar dos anos com remodelações/ readaptações articulares mas as custas de muita dor e disfunção por quantos anos com limitações debilitantes? Assim quando os quadros considerados artralgia dominantes com ou sem alterações detectáveis aos exames de imagem (Ressonância magnética) não forem responsivos a manobras clínicas conservadoras de readaptações estruturais algum tipo de intervenção INTRA ARTICULAR será necessária para que haja uma readaptação funcional reorganizando as estruturas intra articulares.