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CIRURGIA DAS VIAS AÉREAS SUPERIORES PARA APNEIA OBSTRUTIVA DO SONO

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Uma das condições que vêm sendo citadas/ descritas recentemente mundialmente pelo aumento do número de casos diagnosticados é a Apneia do Sono que pode ser tanto periférica quanto central. Sabemos também que o número de diagnósticos recentes não significa que a condição previamente não existia, porém a mesma não era diagnosticada.

A variedade de sinais e sintomas associados a uma doença que não permite que a fisiologia/ homeostasia do sono seja obtida desde a falta de concentração para atividades diárias até a sonolência diária excessiva com um cansaço associado a um sono não eficiente/ repousante tem sido os mais frequentes.

O mecanismo no qual a doença se desenvolve é caracterizado por colapsos repetitivos das vias aéreas faríngeas com obstrução total/ parcial das vias aéreas durante o sono. Dessa maneira podemos fazer uma analogia entre a necessidade de condução de ar no momento do sono no qual as vias aéreas estão relaxadas e por questões de tônus muscular e dimensões as mesmas colapsam (fecham) não permitindo a passagem do ar, por isso a denominação obstrutiva.

Exames de polissonografia são os de eleição na avaliação da efetividade do sono onde mensuramos os índices de apneia/ hipoapneia nas fases REM e REM do sono a qual nos fornece uma comprovação laboratorial do padrão do sono do paciente.

Dentre os tratamentos citados na literatura, cirúrgicos X não cirúrgicos, os cirúrgicos ou definitivos, como gosto de descrever, procuram levar a um aumento dimensional das vias aéreas com repercussões dinâmicas no comportamento dimensional das mesmas durante o sono. Cito/ descrevo o avanço maxilo mandibular através da cirurgia ortognática como um dos mais efetivos com comprovação histórica/ científica do seu efeito no aumento dimensional nas vias aéreas. Sabemos também que estes efeitos devem ser avaliados dinamicamente (mais difícil) e não somente estaticamente (através de mensurações das dimensões das vias aéreas). Outra observação em exames tomográficos pós operatórios é as mudanças posicionais das estruturas da via aérea superior, principalmente a relação da base da língua com palato mole e parede posterior da faringe e a mudança no posicionamento do osso hióide.

Os estudos mais recentes avaliam como a cirurgia ortognática deve ser empregada para ser mais efetiva no aumento volumétrico das vias aéreas e ao mesmo tempo aprimorar a estética facial juntamente com o restabelecimento/ melhora das relações oclusais (mordida) dos maxilares.